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Magazine Luiza espera 'equilíbrio' entre loja física e online no 2º semestre

5/8/2016

O Magazine Luiza espera que as vendas no segundo semestre deste ano apontem para um maior "equilíbrio" entre o desempenho das operações de loja física e loja virtual, afirmou o presidente da companhia, Frederico Trajano. No primeiro semestre, as lojas físicas tiveram recuo de 5,2% nas vendas no critério mesmas lojas (unidades abertas há mais de um ano), enquanto o e-commerce cresceu 30,6%.

 

Em teleconferência com analistas e investidores, Trajano considerou que ainda espera um bom desempenho das vendas online, mas que o patamar de comparação será mais difícil no segundo semestre. O inverso ocorre com as lojas físicas, cujas vendas foram mais fracas no segundo semestre de 2015.

 

"Estou confortável com a expectativa de que vamos continuar crescendo acima do mercado no e-commerce", disse Trajano. "A base de comparação do segundo semestre, porém, é mais alta, não sei se vamos conseguir manter os 30% de crescimento", acrescentou.

O executivo destacou que o ritmo de expansão das vendas online foi superior à média do setor. Segundo dados da empresa especializada E-bit, o comércio eletrônico cresceu 5,2% entre janeiro e junho deste ano.

 

Trajano ainda foi questionado por analistas sobre se o ritmo de crescimento das vendas online seria explicado pelo cenário mais duro pelo qual passam competidores como a Cnova, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), e a B2W, pertencente às Lojas Americanas. Enquanto a Cnova enfrenta uma reestruturação após a descoberta de fraudes no Brasil, a B2W reportou em teleconferência do primeiro trimestre de 2016 ter tido problemas com fornecedores.

 

O presidente do Magazine Luiza não quis comentar diretamente sobre a concorrência, mas disse que o cenário de crise tem permitido uma maior "racionalidade" no mercado. Na avaliação dele, as empresas de comércio eletrônico estão deixando de adotar práticas comerciais muito agressivas como excesso de frete grátis e preços abaixo do custo de compra das mercadorias. "Há uma tendência mundial de operações online que davam prejuízo passarem a dar lucro", declarou.

 

Fonte: Jornal do Comércio

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