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Plataforma de entregas expressas chega à Porto Alegre

Com a proposta de revolucionar o mercado de entregas expressas, a caterrissou em Porto Alegre, na semana passada, com um aplicativo que conecta motoboys aos consumidores finais e empresas. O sistema funciona com base na geolocalização, buscando o motoboy mais próximo rapidamente e, com isso, permitindo que as entregas sejam realizadas com mais rapidez - o que aumenta a satisfação dos usuários e as possibilidades de serviços para os profissionais.

"O cliente dá um clique no app para solicitar o serviço e, em cerca de dois minutos, o profissional chega. Muitas vezes, a pessoa ainda está organizando o envelope para enviar, e ele já está batendo na porta", brinca o CEO da Loggi, Fabien Mendez. O executivo é francês, mora no Brasil há seis anos e conseguiu captar R$ 62 milhões para a operação. Na mais recente rodada de investimentos, foram R$ 50 milhões de três fundos de capital de risco.

Com atuação em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba, a startup fatura R$ 120 milhões ao ano. "A expectativa é que, no primeiro trimestre de 2017, a empresa já alcance a rentabilidade frente aos investimentos feitos", projeta Mendez. A Loggi atua em três frentes principais de serviços: corporativo (entregas de documentos e pequenas encomendas para empresas), LoggiPro (comércio eletrônico) e o LoggiPresto (restaurantes). O foco inicial na capital gaúcha é o público corporativo, com a estimativa de nos próximos meses oferecer esse sistema também o serviço de delivery de restaurantes.

A meta é atingir 500 clientes e 35 mil corridas por mês em Porto Alegre até o final do ano - serão 100 motoboys cadastrados nesse primeiro momento. Para crescer, uma das apostas é oferecer preços de entrega atrativos: os valores começam em R$ 14,90, adicionando mais R$ 1,60 por quilômetro rodado. Se houver mais de um ponto de entrega, é cobrado um valor adicional de R$ 7,00 por ponto. Para começar a usar, o usuário precisa apenas fazer um cadastro, que leva cerca de 30 segundos.

O ganho de tecnologia é outra importante questão a ser considerada pelos clientes da Loggi, explica Mendez. Isso porque a plataforma criada oferece uma série de funcionalidades, como a possibilidade de rastrear o deslocamento do motoboy pelo aplicativo. O profissional, por sua vez, tem a opção de tirar uma foto do produto entregue e pedir que o cliente assine digitalmente, na tela do smartphone confirmando o recebimento do produto, o que aumenta a segurança da entrega.

Os motofretistas cadastrados na Loggi devem estar capacitados para realizarem sua profissão, em portar Certificado de Capacitação de Condutor de Transporte de Pequenas Cargas (Condumoto) e Placa Vermelha (Licença para motocicleta ser utilizada para motofrete) dentro da validade.

Fonte: Jornal do Comércio

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