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Shopping centers da BRMalls venderam R$ 6,766 bilhões no 4º trimestre de 2016

16/3/2017

 

As vendas nos shopping centers da BRMalls totalizaram R$ 6,766 bilhões no quarto trimestre de 2016, montante que representa queda de 2,2% em relação ao mesmo trimestre de 2015. No acumulado do ano, as vendas totalizaram R$ 21,796 bilhões, queda de 3,3% contra 2015.

 

A companhia detém participação em 45 shoppings, que totalizam 1,645 milhões m2 de área bruta locável (ABL) total e 961,7 mil m2 de ABL própria. No Rio Grande do Sul, a rede conta com o shopping Iguatemi na cidade de Caxias do Sul. 

 

As vendas nas mesmas lojas (SSS, na sigla em inglês) recuaram 0,6% no quarto trimestre, ante um avanço de 0,9% no mesmo período de 2015. Em 2016, as vendas mesmas lojas recuaram 0,5%, contra avanço de 3% em 2015.

 

Os aluguéis nas mesmas lojas (SSR, na sigla em inglês) cresceram 5,3% no quarto trimestre, mostrando uma leve desaceleração frente ao ano anterior, quando subiram 6,4%. No total do ano passado, o aluguel elevou 4,4%, contra 7,3% em 2015.

 

A taxa de ocupação média dos shopping centers da BRMalls ficou em 96,2% no quarto trimestre de 2016, de 96,9% no ano anterior. Nesse período, o custo de ocupação para os lojistas (medida como porcentual das vendas) subiu para 10,7%, de 10,3%. Já a inadimplência líquida subiu para 5,5%, de 1,9%.

 

Rede investiu R$ 64,9 milhões no quarto trimestre de 2016

A BRMalls investiu R$ 64,9 milhões ao longo do quarto trimestre de 2016. Desse montante, R$ 24 milhões (37,1%) foram para os novos shopping centers em desenvolvimento (greenfields), R$ 35,6 milhões (54,9%) para expansão e revitalização das unidades em operação e R$ 5,3 milhões (8%) para tecnologia da informação para ganho de eficiência em processos internos.

 

A companhia tem dois projetos em desenvolvimento: Shopping Estação Cuiabá, no Mato Grosso, e Catuaí Shopping Cascavel, no Paraná.

 

A dívida líquida da companhia atingiu R$ 4,436 bilhões no quarto trimestre, uma queda de 9,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. As disponibilidades em caixa caíram 2,2%, para R$ 107,7 milhões ante o terceiro trimestre de 2016.

 

A alavancagem - relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado anualizado - caiu de 4,6 vezes no terceiro trimestre para 3,7 vezes no quarto trimestre de 2016.

 

Fonte: Jornal do Comércio

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