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Quais negócios vão faturar muito com a economia compartilhada


A economia compartilhada já é uma realidade. A novidade é que em poucos anos alguns segmentos da economia devem se destacar mais entre os consumidores e outros terão que ser totalmente reformulados.

Como os modelos tradicionais de negócio serão afetados com esse novo tipo de economiafoi tema da primeira reportagem, publicada na última terça-feira (4).

Etapas

Segundo o estudo da MasterCard, para que exista o novo modelo de econômica a sociedade precisa passar por quatro fases de reestruturação e adaptação de um novo comportamento.

A primeira delas iniciou com as pessoas tendo acesso a mais informações de forma instantânea por meio da internet. Já a segunda etapa foi marcada pela conectividade entre os próprios usuários usando a internet.

Dividir diariamente pensamentos e mídia é a terceira etapa, na qual estamos fortemente desde o surgimento das redes sociais. Por fim, a quarta e última etapa é o de compartilhamento de bens seja eles casas, carros ou o próprio dinheiro, algo que começamos a ver com iniciativas como Uber, Airbnb e plataformas de crowdfuding.

Oportunidades

Em um cenário de economia compartilhada, os setores de transporte e acomodação devem ser os que mais ganharão dinheiro nos próximos anos. A estimativa da Mastercard é que até 2020 esses dois setores movimentem aproximadamente US$ 500 bilhões.

O mercado de transporte é o que mais irá crescer.Entre 2015 e 2020 esse setor terá um salto de 54% no crescimento do faturamento.

No ano passado, os valores movimentados em transportes compartilhados, seja táxi, transporte público, veículos pessoais e transportes alternativos como trem, bicicleta ou moto movimentaram US$ 72 bilhões. Mas com o crescimento exponencial dos transportes alternativos o mercado atingirá US$ 350 bilhões em 2020.

Acomodação

O setor de acomodação compartilhada deve ser impulsionado principalmente por três regiões: Europa, Estados Unidos e China.

Em 2015 o mercado nesses três países movimentou US$ 65 bilhões. A estimativa é que cresça 29% até 2020 com o crescimento do interesse dos usuários das três nações, em especial na China.

A expectativa é que até 2020 o mercado de acomodações compartilhadas movimente US$ 139 bilhões nessas três regiões.

Fonte: PortalNovarejo

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