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Novas alternativas de receitas para o varejo

19/1/2018

O rastreamento dentro da loja é um caso onde o varejo físico adota práticas tradicionais do virtual. Foto: Pixabay.

 

A utilização dos dados já tem um papel importante no dia a dia das empresas, mas são poucas as que ativam essas informações de forma estratégica, gerando resultados práticos. Isso despertou a atenção de empresas dispostas a trabalhar e analisar os dados dos varejistas, em um formato de serviços, capturando dados e devolvendo informações.

 

Em paralelo vemos o crescente mercado de compra e venda de dados e empresas especializadas em utilizar as informações extraídas dos varejistas na montagem de ações para testar novos produtos. As pioneiras foram as redes de supermercados, mas maioria dos varejistas nem sabe que pode capturar e consolidar os dados e transformá-los em dinheiro por meio de um negócio paralelo ou programa específico.

 

O rastreamento dentro da loja é um caso onde o varejo físico adota práticas tradicionais do virtual. São muitas tecnologias disponíveis para acompanhar o trajeto dos consumidores nas lojas físicas, obtendo informações importantes sobre o caminho percorrido, onde se formam as maiores concentrações, mapa de calor em tempo real, entre outros. O que podemos esperar para 2018 são plataformas que utilizam tecnologias para analisar estes dados e combinam isso com informações do PDV e dados de navegação de aplicativos mobile, cruzando dados e entendendo o cliente. A tecnologia permite o oferecimento de novos produtos, aumenta o cross selling, caso ele compre. No caso da aquisição não ser efetuada, o recurso envia promoções com os itens vistos ou que despertaram interesse, maximizando a conversão de vendas.

 

Na loja físico temos vendedores sempre por perto e a opção de mandar uma promoção personalizada para um cliente que não comprou; No mundo virtual isso é mais difícil de fazer, pois usuários entram e saem dos sites em ritmo acelerado e muitos deixam o carrinho de compras sem efetivar a transação. Neste sentido, surge ferramentas que monitoram esta situação e tratam a recuperação de vendas online depois da primeira desistência. Quase 70% das consultas no e-commerce são feitas por clientes interessados em comprar, mas desistem por não estarem satisfeitos. Tecnologias inovadoras de rastreamento combinadas com analytics podem recuperar parte de vendas perdidas, aumentando a taxa de conversão do e-commerce.

 

Fernando Gambôa é diretor do GA (Grupo ASSA)

 

Fonte: DCI

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