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A bandeira vermelha e o impacto no varejo gaúcho

Vemos com muita tristeza os efeitos da interrupção das atividades do varejo nas regiões com bandeira vermelha. É importante que a sociedade entenda o custo a ser pago por essas decisões e o quanto reflete na vida de todos os envolvidos. Temos agora um choque de oferta com o fechamento de lojas e teremos depois um choque de demanda por causa do desemprego.


Como pagar alugueis, colaboradores e fornecedores sem vender? É impossível a continuidade destas lojas em uma situação de incerteza de funcionamento e a certeza de prejuízo. O comércio seguiu as regras e protocolos de higiene solicitados pelo governo, como premissa de funcionamento. Lamentamos ainda que o aumento da capacidade hospitalar não foi o suficiente para suportar os níveis de contaminação atual. Muitos municípios praticamente sem contágio, têm sido penalizados sem nenhum motivo,apenas por pertencer a uma bandeira de abrangência regional.


Ressaltamos a importância da ajuda da população no sentido de conscientização da gravidade da pandemia procurando formas de não aumentar o contágio. Lançamos uma campanha com esse intuito e que pode ser replicada por todas as frentes que se sentirem representadas. Ao mesmo tempo que entendemos a gravidade da pandemia e os riscos à saúde, como entidade representativa de milhares de empreendedores gaúchos, reiteramos nossa preocupação com o futuro da economia do Estado. O varejo não é foco de transmissão e de aglomerações.

Sérgio Galbinski - presidente da AGV

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